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sexta-feira, 3 de abril de 2020
Toy Boy: a quinta essencia do clichê
Esta provado: a Netflix é capaz de produzir coisas tão distintas como Roma ,não tão bom quanto se pensou ser mas, apesar de tudo, um objeto estimável de saudosismo neorealista, e proezas cinematográficas como The Irish,ou séries muit agradáveis como Better Call Saul. Mas Top Boy mostra todas as suas debilidades de máquina de produzir pipocas viciantes: tornar o número de vezes que se recorre ao Cliche, ao estereótipo e ao famoso twist como o eixo de avaliação desta arte é o seu propósito : uma série onde o crime é um pretexto para mostrar músculos peitorais. Não é um atentado à inteligência. É um esforço de choque, pavor e sexo em quantidades bastantes para dar adrenalina :prefiro a descarada diversão descontraída das surrealidades ( umas vezes apalermadas, ouras inteligentes) da Casa de Papel à exibição esforçada da musculatura entre mais um cadáver e mais uma violação,.
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