Não simpatizo com o político em causa mas a história que circula sobre Miguel Relvas é tão má que me parece demasiado irracional para um profissional da politica. Porém, a questão subjectiva ( o que eu possa achar) é menor. Há dois níveis de análise complementares a) presunção de inocência; b) a a responsabilidade politica. Logo, o Ministro devia explicar de foma clara. Também não ficava nada mal à direção do Público esclarecer algo nomeadamente as diferenças de critérios entre o Conselho de Redação e a Direção. E há uma pergunta que me queima os lábios: e se fosse José Sócrates? Teria direito a uma apreciação racional e ponderada?
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